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Plataforma · Ingestão e Agente

Ninguém mais exporta planilha.

Um pequeno programa roda no servidor da empresa, ao lado do seu ERP ou DMS. Lê só o que declara — somente leitura — e envia por um canal cifrado e autenticado nas duas pontas.

Funciona com o sistema que você já tem — ERP, DMS ou planilha. Nada muda na sua operação, e nenhuma porta é aberta na sua rede.

Decisor: as garantias de segurança · TI: a instalação completa

Lê. Não escreve.

O agente é deliberadamente pequeno e limitado. O que ele pode fazer cabe em três linhas — o que ele não pode, também.

O que ele faz

Lê só o que as consultas compiladas no binário declaram — começando pelos lançamentos contábeis — e só o que é novo ou divergiu dos totais de controle.

Envia para o gateway do AutoController por um canal cifrado e autenticado dos dois lados (mTLS).

Roda como serviço do Windows, sob uma conta virtual própria: liga com a máquina, se recupera de quedas e registra logs sem conteúdo de dado.

O que ele nunca faz

Não grava nada no seu sistema e nunca recebe SQL da nuvem: a nuvem escolhe só o domínio e a janela, e o login de banco só tem SELECT no que o manifesto declara.

Não abre porta de entrada na sua rede: é o agente que sai falando com a nuvem, nunca o contrário — e sempre para dois nomes fixos, gravados no binário, que sua TI pode fixar no firewall.

Não guarda dado de negócio na máquina e não envia nada para nenhum lugar além do gateway do AutoController — nunca fala direto com o banco na nuvem.

Segurança

Sete camadas entre o seu banco e a internet.

O mesmo modelo de ponta a ponta: identidade por certificado, canal mTLS e privilégio mínimo em cada elo.

01

Certificado por agente identidade

Cada agente recebe um certificado exclusivo, válido por 7 dias e renovado na metade da vida, provando a posse da chave atual. O anterior é revogado no primeiro uso do novo. Sem certificado válido, o gateway recusa a conexão.

02

mTLS nas duas pontas canal

Toda comunicação é cifrada e autenticada dos dois lados: o agente prova quem é — e o gateway também. Entre o agente e o seu banco, a conexão também é sempre cifrada.

03

Dois destinos fixos, por nome destino

O agente fala só com o gateway de ingestão do AutoController, em São Paulo, que atende em dois nomes — fixados no binário, não num campo editável. Sua TI pode restringir a saída do servidor a esses dois nomes, e a âncora de confiança vem no próprio binário: tráfego desviado não se autentica.

04

Chave presa à máquina credenciais

A chave privada do agente nasce não-exportável no TPM da máquina. Sem TPM, o agente usa uma chave de software restrita ao serviço — e declara isso ao AutoController. Com autenticação integrada do Windows, nenhuma senha é guardada.

05

Um tenant por empresa isolamento

No banco central, cada empresa só enxerga os próprios dados: o tenant vem do certificado, nunca do conteúdo enviado, cada registro é cifrado com a chave da empresa, e o isolamento é imposto pelo banco, não pela aplicação.

06

Leitura, e só a declarada privilégio

O login do agente tem SELECT só nas tabelas e colunas do manifesto, que o seu DBA aplica e audita — nunca db_datareader, nunca escrita. Do nosso lado, o gateway só executa as rotinas de gravação do staging, sem acesso direto às tabelas.

07

Corte imediato revogação

Certificado comprometido é revogado no servidor e perde o acesso já na requisição seguinte. Certificado vencido não renova: exige um novo enrollment.

Ver a página de segurança completa →Ver o pacote de aprovação de TI do agente →

Instalado em minutos.

Um assistente local guia os quatro passos — na máquina onde o seu sistema já roda, sem runtime nem software de terceiros.

AutoController · Configuração do agente127.0.0.1 · token de uso único · fecha ao concluir

1 · Banco de dados

Login SQL de leitura do seu ERP ou DMS, com SELECT só no que o manifesto declara (agente manifesto lista tabelas, colunas e versão para o seu DBA). A conexão é sempre cifrada.

Instalação guiada pela equipe AutoController, junto com a sua TI. Demonstração interativa do assistente local — os dados são de exemplo.

Sincronização

Só o que mudou. Nada se perde em silêncio.

Três pedidos, todos da nuvem. Novos: o que está acima da marca d'água, com uma sobreposição curta. Totais: contagem e somas por empresa × conta × dia, calculadas pelo próprio banco. Fechamento: o período inteiro, conferido contra o balancete antes de fechar.

Divergiu, a fatia volta inteira. Se os totais de uma fatia não batem, a fatia é reextraída completa — e um lançamento excluído vira divergência visível na conciliação, nunca some calado.

Ciclo sem mudança não grava nada. Se nada é novo e todas as fatias conferem, só os totais são registrados: o volume cresce com a sua atividade, não com a frequência dos ciclos.

Envia cru, nada é substituído. O agente não transforma dado nem guarda checkpoint: a marca d'água fica na nuvem. Cada versão entra no staging append-only, e reprocessar é rederivar a partir dele.

logs/service.logRUNNING
duração4,1 slançamentos64certificado renova em2 dias
Operação

Cada execução, registrada.

Ciclo a ciclo: que pedido a nuvem fez, quantos lançamentos vieram, quanto tempo levou e onde ficou a marca d'água. O histórico aparece no painel — sem SSH, sem pedir log para a TI.

  • Status e histórico de execuções direto no painel.
  • Falha não avança a marca d'água, que fica na nuvem — o pedido seguinte cobre a mesma janela.
  • Certificado de 7 dias, renovado sozinho na metade da vida; o anterior é revogado.
Histórico de execuçõeshoje · 09:34–09:42
09:42novos + totais64 lançamentos4,1 ssuccess
09:40totais · sem mudança0 lançamentos1,2 ssuccess
09:38novos37 lançamentos3,6 ssuccess
09:36totais · fatia reextraída502 lançamentos8,9 ssuccess
09:34novos · falha de rede—30 smarca d'água mantida
07:12abertura · balancete1.284 saldos2m 04ssuccess

Seu sistema continua o mesmo. Os dados é que passam a chegar.

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