Ninguém mais exporta planilha.
Um pequeno programa roda no servidor da empresa, ao lado do seu ERP ou DMS. A cada poucos minutos, lê o que mudou — somente leitura — e envia por um canal cifrado e autenticado nas duas pontas.
Funciona com o sistema que você já tem — ERP, DMS ou planilha. Nada muda na sua operação, e nenhuma porta é aberta na sua rede.
Decisor: as garantias de segurança · TI: a instalação completa
Lê. Não escreve.
O agente é deliberadamente pequeno e limitado. O que ele pode fazer cabe em três linhas — o que ele não pode, também.
Lê apenas os dados que tiveram movimentação — vendas, parcelas, movimentos com histórico recente.
Envia para o AutoController por um canal cifrado e autenticado dos dois lados (mTLS).
Roda sozinho como tarefa do sistema: liga com a máquina, se recupera de quedas e registra logs.
Não grava nada no seu sistema — o acesso ao banco é somente leitura.
Não abre porta de entrada na sua rede: é o agente que sai falando com a nuvem, nunca o contrário — e sempre para um único destino, que sua TI pode fixar no firewall.
Não envia dados para nenhum lugar além do AutoController — e nunca fala direto com o banco na nuvem, só com a API.
Sete camadas entre o seu banco e a internet.
O mesmo modelo de ponta a ponta: identidade por certificado, canal mTLS e privilégio mínimo em cada elo.
Certificado por agente identidade
Cada agente recebe um certificado digital exclusivo, válido por 90 dias e renovado sozinho. Sem ele, a API recusa a conexão.
mTLS nas duas pontas canal
Toda comunicação é cifrada e autenticada dos dois lados: o agente prova quem é — e o servidor também.
Um único destino, em allowlist destino
O agente fala com um único endereço fixo — api.autocontroller.ai. Sua TI pode restringir a saída do servidor no firewall a esse destino, e o agente só confia na CA do AutoController: tráfego desviado não se autentica.
Cifradas na origem credenciais
Usuário e senha do seu sistema ficam cifrados (AES-256-GCM) na própria máquina, com a chave no cofre de credenciais do Windows. Ninguém digita nem vê.
Um tenant por empresa isolamento
No banco central, cada empresa só enxerga os próprios dados — o isolamento é imposto pelo banco, não pela aplicação.
Leitura, e só leitura privilégio
O usuário de banco do agente é de leitura. A credencial com acesso total nunca sai do servidor do AutoController.
Corte imediato revogação
Certificado comprometido é revogado na hora, no servidor — o agente perde o acesso no ciclo seguinte.
Instalado em minutos.
Um assistente local guia os quatro passos — na máquina onde o seu sistema já roda, sem software de terceiros.
1 · Banco de dados
Credencial de leitura do seu ERP ou DMS. Tudo fica nesta máquina, cifrado no cofre do Windows — o detalhe da cifragem está na camada "Cifradas na origem"; ninguém digita nem vê.
Instalação guiada pela equipe AutoController, junto com a sua TI. Demonstração interativa do assistente local — os dados são de exemplo.
Incremental, idempotente, à prova de falha.
Lê só o que mudou. Detecção por data de histórico, com re-varredura de 5 minutos para trás — lançamentos atrasados não escapam.
Reprocessar é barato. Cada linha carrega um hash de conteúdo: o que não mudou é ignorado, o que mudou substitui a versão anterior.
Checkpoint só avança com sucesso. Falhou? A marca fica onde está e o próximo ciclo reprocessa a mesma janela. Nada se perde no meio.
Envia cru, normaliza na chegada. O agente não transforma dado: a API normaliza, valida e preserva o payload original para auditoria.
Cada execução, registrada.
Ciclo a ciclo: quando rodou, quantas linhas, quanto tempo e onde parou o checkpoint. O histórico aparece no painel — sem SSH, sem pedir log para a TI.
- Status e histórico de execuções direto no painel.
- Falha não avança o checkpoint — o ciclo seguinte reprocessa a mesma janela.
- Certificado renova sozinho antes de expirar.